terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Biblioteca Digital Mundial

e-mail  recebido em 16/04/2014.



A NOTÍCIA DO LANÇAMENTO NA INTERNET DA WDL, A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.

QUE PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!

Já está disponível na Internet, através do site

www.wdl.org 

É uma notícia QUE NÃO SÓ VALE A PENA REENVIAR MAS SIM É UM DEVER ÉTICO, FAZÊ-LO!

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobretudo, caráter patrimonial" , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.

A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português.

Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562", explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos aztecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvendando os mistérios da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado.

Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o PORTUGUÊS.

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como acessar o sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do site:


www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web, sem necessidade de se registrarem.

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.

O sistema propõe as explicações em sete idiomas ( árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português ), embora os originais estejam na sua língua original.

Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840.

Com um simples clique, podem-se passar as páginas um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos.

A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:

América Latina e Oriente Médio.

Isso deve-se à ativa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada no projeto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.


domingo, 19 de maio de 2024

Primavera baiana

Mensagem recebida em 8/2/2012.


Assunto: PRIMAVERA BAIANA - Antonio Risério

Embora o meu sentimento seja de urgência, quero conversar com calma, que o assunto é sério: Salvador.
Numa de suas peças de teatro, Shakespeare faz a pergunta fundamental: “O que é a cidade, a não ser as pessoas?”.
E me lembro disso porque nesta semana um amigo me disse, em tom de quase desencanto: “Nosso maior problema, em Salvador, é que não sabemos nos ver como cidadãos”. Está certo. E, neste sentido, o maior problema atual de Salvador somos nós mesmos.
A cara de Salvador não pode ser a da “grand vendeuse”, a da balconista-mor Ivete Sangalo, em pose autoritária, dizendo a frase imbecil: “Quem tem força, tem preço”. Em Salvador, hoje, devemos dizer coisa bem diferente: precisamos levantar a cabeça, recuperar a disposição, buscar o entusiasmo, nos mobilizar para dizer, alto e bom som, que não aceitamos o que estão fazendo com a nossa cidade. Chega de passividade. Se o que está acontecendo com Salvador (avacalhação e destruição da cidade) estivesse acontecendo em Porto Alegre, Curitiba ou São Paulo, não tenham dúvida: gaúchos, curitibanos e paulistanos teriam subido nas tamancas e saltado na goela da prefeitura.
E nós, não vamos fazer nada? Felizmente, parece que sim, que é possível. As pessoas começam a protestar aqui e ali. Exemplo disso, entre outros, foi o artigo que Fredie Didier Jr. publicou neste jornal, no domingo passado. “Salvador não passa por um bom momento histórico”, escreveu Didier. “Não falo da crise em sua monumentalidade: Pelourinho abandonado, metrô inacabado, ruas sujas. Embora grave, este tipo de problema é de solução mais fácil. Não me refiro, igualmente, à violência que nos assola. A violência impressiona, mas não destoa do que acontece em outras metrópoles. Falo de outra espécie de crise, mais profunda e de efeitos mais deletérios. Salvador está em crise existencial”.
A cidade apequenou-se, conclui Didier. Para, então, incitar: “Temos de retomar a nossa caminhada e refundar a cidade. Dar início a uma espécie de Renascença baiana”. Mais: “Salvador merece que façamos tudo isso por ela e a gente merece voltar a sentir orgulho da nossa cidade”. Perfeito. Já um outro amigo meu, apropriando-se da expressão hoje em voga para falar das grandes transformações que rolam no mundo árabe, me apareceu com uma frase ótima: “Precisamos promover alguma espécie de primavera baiana”. Sim, acho que está mais do que na hora de começar isso. É claro que não se trata de nenhuma comparação com o Oriente Médio.
O que queremos é dar um jeito na cidade. Salvador sofre, hoje, com uma coincidência infeliz: uma desprefeitura que mescla estupidez e incompetência e um governo estadual omisso diante dos problemas da cidade (e, como me diz ainda um outro amigo: “Menos com menos só dá mais na abstração matemática; na vida real, menos com menos dá menos ainda”). Mas não estamos condenados a assistir a isso sem dizer ou fazer nada. Em nome de nossas melhores tradições contestadoras, estamos na obrigação de nos mobilizar. Podemos, sim, promover uma primavera baiana.
Basta querer. Somar as nossas vozes nessa direção. Na mídia tradicional e na internet. Em blogs, no facebook, no twitter. Vamos bater na mesa e dizer que cidade nós queremos. Salvador, hoje, não é somente uma cidade abandonada, que está sendo progressivamente destruída. Mais que isso: é uma cidade humilhada. E não temos razão alguma – existencial, cultural, política ou histórica – para engolir esta humilhação. A hora é de aglutinar protestos isolados, manifestações soltas, vozes pontuais. Ou nos aproximamos e batemos na mesa, para reverter a situação atual e escorraçar a estupidez e a inércia, ou a cidade vai naufragar de vez. É hora de Salvador voltar a ser ativa, altiva e criativa – como já foi em outros momentos.
Em nossa história, temos diversos exemplos de enfrentamento e superação de reveses e crises. Não é agora que vamos nos comportar frouxamente, como se esta cidade fosse uma cadela trêmula, com o rabo entre as pernas – e não o lugar onde teve início a aventura civilizacional brasileira.

Antonio Risério 



terça-feira, 14 de maio de 2024

Desligue a TV. Ligue-se na vida!

 Mensagem recebida em 15/02/2015


DESLIGUE A TV. LIGUE-SE NA VIDA


Alfredo Pereira dos Santos

Duas experiências mudaram radicalmente a minha visão no que se refere
ao uso de televisão, computadores e videogames, principalmente por
parte de crianças. Uma delas foi a leitura do livro "A criança e a
TV", da médica e psicanalista argentina Raquel Soifer. A outra foi a
leitura dos textos do professor Valdemar Setzer, que estão disponíveis
na internet para quem quiser consultar.

Não é de hoje que se suspeita que haja alguma coisa errada com a TV. O
cronista Sérgio Porto, nos anos 60, referia-se a ela como "a máquina
de fazer doido" e o sociólogo Betinho a classificou como "a mais
fantástica máquina de imbecialização jamais criada". Outro sociólogo,
este norte-americano, Waldo Frank, disse que "a TV está formando
gerações de débeis".

A médica Raquel Soifer, contudo, vai mais longe, ao afirmar que a TV
cria problemas de dislalia, dislexia e disgrafia nas crianças. E mais:
a TV narcotiza essas crianças, predispondo- as ao consumo posterior de
drogas. Há no livro o depoimento de pesquisadores de MIT que afirmam
categoricamente que "as pessoas que, a partir dos anos 60, cresceram
diante da TV, não tem a inteligência das mais antigas." Eu imagino que
isto seja verdade, quando comparo as crianças de hoje com as do meu
tempo de garoto. Ressalto que falo com a visão de quem passou a
infância e a adolescência em Copacabana, na zona sul do Rio de
Janeiro, na década de 50. Naturalmente que os meninos de hoje sabem
muito mais em matéria de sacanagem do que os da minha geração. Em
compensação, perdem de dez a zero em matéria de raciocínio lógico,
inteligência e cultura. Eu só tenho uma explicação para isso: o longo
tempo que elas permanecem em frente a TV e vídeo games. Naturalmente
que algumas crianças escapam a esta triste sina quando os pais são
mais esclarecidos, como o Bill Gates, que afirmou: "os meus filhos
terão computadores, mas antes terão livros" e limitava o tempo deles
diante da TV a 45 minutos diários. Outras crianças escapam porque as
muitas atividades em que estão envolvidas (culturais, esportivas,
etc.) não lhes deixa muito tempo para ver TV.

Locke dizia que "não há nada no domínio da razão que não tenha passado
antes pelos sentidos". De minha parte, tenho dito que física e
matemática não se começa a aprender na escola, mas sim nas primeiras
brincadeiras infantis.

A minha má vontade com a TV não se refere apenas ao seu uso por parte
de crianças. Acho lamentável que muitas pessoas idosas levem uma vida
tão vazia e tão destituída de sentido que não conseguem se desgrudar
da TV, desperdiçando seus últimos anos de vida diante dela. E o que é
pior, acelerando o processo de sua própria decadência, como pesquisas
recentes revelam. É como se essas pessoas estivessem renunciando a uma
vida útil e ativa e ficassem aguardando o inevitável fim, como
condenados no corredor da morte.

Pode ser que nem tudo esteja perdido. A luta pelo desenvolvimento
exige competência e não se pode exigir tal coisa de uma geração de
iletrados. Desse modo os governos, por mais incompetentes que sejam,
vão perceber que alguma coisa precisa ser feita, que providências
precisam ser tomadas para elevar o nível cultural do povo,
incluindo-se ai as competências lógico-matemáticas.

Antes de tudo há que se conscientizar os pais. O problema que eles
também são viciados em TV, de modo que a luta será árdua.

Eu não chego a ser como o professor Valdemar Setzer, que evitou ter TV
em casa durante muitos anos, nem tenho filho pequeno que justifique a
retirada do aparelho, como fez um amigo meu, para evitar que o filho,
de quatro anos, seja prejudicado pela TV. Tenho um único aparelho que
uso para ver DVDs e, eventualmente, ver um ou outro programa de TV a
cabo. As vezes vale a pena, mas nunca fico muito tempo, pois acho que
existem coisas mais agradáveis de se fazer do que ficar parado vendo
TV. Gosto muito mais de escrever, por exemplo, como estou fazendo
agora.

Há poucos dias vi, no GNT, um programa que trata de uma experiência
levada a cabo por uma escola inglesa, e que consistiu na retirada de
aparelhos de TV, computadores e videogames, por duas semanas, dos
lares cujos pais concordaram em participar da experiência.

A escola esperava que o teste tivesse algum impacto no desempenho
escolar dos alunos, o que de fato houve, mas o impacto maior foi na
própria vida do lar e na relação entre as crianças e entre elas e seus
pais.

A primeira e importante conclusão foi: TV NÃO FAZ FALTA. As crianças
começaram a usar a imaginação nas suas brincadeiras e a jogar xadrez e
outros jogos e a brincar mais.

Uma coisa que ficou manifesta é que os pais, quando diziam que não
sabiam como as crianças iriam se sentir, na verdade estavam
preocupados com o que eles, pais, iriam sentir. Tratava-se, pois, de
mera projeção. Ficou claro que muitos pais usam a TV para controlar os
filhos (babá eletrônica) e sem ela eles precisariam mostrar que
estavam a altura do desafio de serem pais.

A retirada da TV e de outros aparelhos proporcionou uma maior
interação entre os membros da família. As crianças se acalmaram porque
passaram a receber mais atenção e o ambiente melhorou
consideravelmente.

Ao término da experiência em alguns casos o consumo da TV reduziu-se
em 50 por cento. Alguns pais resolveram tirar a TV dos quartos dos
filhos, bem como dos seus próprios quartos, conservando uma única TV
na sala para que todos pudessem vê-la conjuntamente.

Em suma, quando nos Estados Unidos alguns grupos começaram a fazer
campanha cujo slogan era DESLIGUE A TV. LIGUE-SE NA VIDA, eles sabiam
o que estavam dizendo.

O Brasil é um país onde as pessoas ficam muito tempo diante da TV. Não
por coincidência os nossos estudantes se saem muito mal em matemática,
ciências e idiomas quando comparados a estudantes de outros países.

Salta, pois, aos olhos que temos sido bastante estúpidos em relação a
esta questão, mas não há nenhuma razão para que continuemos a sê-lo,
indefinidamente.

Rio de Janeiro, 29 de março de 2008

A TV é um entorpecimento físico e mental constante (Valdemar Setzer).


sábado, 2 de março de 2024

Superfície e Profundidade

Superfície e Profundidade

E-mail recebido em 26/02/2012.

imagem1.JPG imagem2.JPGImagens contidas na mensagem de origem, sem indicação de autoria.


“O máximo de maturidade que um homem pode atingir é quando ele tem a seriedade que têm as crianças quando brincam.”

Rubem Alves citando Nietzsche, em “Voltando a ser criança...”


A superfície é tempo; 

A profundidade, Eternidade.

Na superfície temos reuniões, compromissos, agendas, relógios e calendários.

Na profundidade encontramos o Silêncio, as Bem-aventuranças, a Serenidade.

Na superfície temos cada novo amanhecer, os meses de fevereiro, agosto e abril.

Na profundidade temos o verdadeiro nascer do Dia, no nosso coração, na nossa alma, na nossa mente.


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Imagem contida na mesagem de origem, sem indicação de autoria.


“Como poder-se-ia chegar à pérola olhando simplesmente o mar? É preciso um mergulhador para encontrar a pérola.”

Jalaludin Rumi


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Imagem contida na mesagem de origem, sem indicação de autoria.


“Um mergulhador que só pensa em tubarões jamais terá pérolas em suas mãos. Quem deseja segurança, melhor permanecer na praia. Quem busca tesouros, precisa mergulhar no Oceano.”

Saadi de Shiraz


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Imagem contida na mesagem de origem, sem indicação de autoria.


O místico medieval Angelus Silésius nos recorda: “O homem tem duas visões. Com uma visão, ele vê as coisas que passam no tempo; Com a outra, ele vê o que é eterno e divino.”

Uma visão retém o tempo-espaço fugidio; enquanto a outra nos convoca a ver o mundo de outro jeito.

Olhar tanto que se chegue a ver o invisível.

Até que o olho, enfim, esteja nu.

E que a ele se revele o quanto de espiritual existe no material.

Devemos recordar que o tempo presente não é apenas dádiva, mas também um desafio a ser ombreado, um problema a ser resolvido.

Tudo tem consequências e desdobramentos, tudo frutifica, tudo tem um peso e um sentido.


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“A candeia do corpo é o olho. Assim, se o teu olho for simples e bom, e perfeito, também o teu corpo será luminoso, podendo receber a luz e empregá-la.”

Jesus Cristo


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A candeia do corpo é o olho.

O que significa cuidar dos olhos, cultivar um coração puro, uma alma sã?


“Tua vista te é por Mim confiada; não permitas que o pó dos desejos vãos lhe anuvie o brilho...”

“Teu coração é Meu tesouro; não permitas que a mão traiçoeira do ego te roube as pérolas que nele entesourei.”

Bahá’u’lláh


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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Um homem sábio disse uma vez

 

Imagem gerada por IA (https://app.leonardo.ai/ai-generations)


UM HOMEM SÁBIO DISSE UMA VEZ

1. Não ligue para alguém mais de duas vezes continuamente. Se eles não atenderem sua ligação, eles presumem que têm algo importante para resolver;

2. Devolva o dinheiro que você pediu emprestado antes mesmo que a pessoa que o emprestou se lembre ou solicite. Isso mostra sua integridade e caráter. O mesmo acontece com guarda-chuvas, canetas e lancheiras.

3. Nunca peça o prato caro do cardápio quando alguém estiver lhe oferecendo um almoço/jantar.

4. Não faça perguntas estranhas como “Ah, então você ainda não é casado?” ou “Você não tem filhos” ou “Por que você não comprou uma casa?” Ou por que você não compra um carro ? Pelo amor de Deus, isso não é problema seu;

5. Sempre abra a porta para quem vem atrás de você. Não importa se é um menino ou uma menina, sênior ou júnior. Você não fica pequeno tratando bem alguém em público;

6. Se você pega um táxi com um amigo e ele paga agora, tente pagar na próxima;

7. Respeite diferentes matizes de opinião. Lembre-se de que o que é 6 para você parecerá 9 para alguém que está à sua frente. Além disso, a segunda opinião é uma boa alternativa;

8. Nunca interrompa as pessoas conversando. Deixe-os derramar. Como se costuma dizer, ouça todos e filtre todos;

9. Se você provoca alguém e ele parece não gostar, pare e nunca mais faça isso. Incentiva a fazer mais e mostra o quanto você está agradecido;

10. Diga “obrigado” quando alguém estiver ajudando você.

11. Elogie publicamente. Criticar em particular;

12. Quase nunca há motivo para comentar sobre o peso de alguém. Basta dizer: "Você está fantástico". Se quiserem falar sobre perder peso, eles o farão;

13. Quando alguém lhe mostrar uma foto no telefone, não deslize para a esquerda ou para a direita. Você nunca sabe o que vem a seguir;

14. Se um colega lhe disser que tem consulta médica, não pergunte para que serve, apenas diga “Espero que você esteja bem”. Não os coloque na posição desconfortável de ter que lhe contar sua doença pessoal. Se quiserem que você saiba, farão isso sem sua curiosidade;

15. Trate o faxineiro com o mesmo respeito que o CEO. Ninguém fica impressionado com o quão rude você pode tratar alguém abaixo de você, mas as pessoas perceberão se você as tratar com respeito;

16. Se uma pessoa está falando diretamente com você, olhar para o telefone é rude;

17. Nunca dê conselhos até que lhe peçam;

18. Ao encontrar alguém depois de muito tempo, a menos que queira conversar sobre o assunto, não pergunte idade e salário;

19. Cuide da sua vida, a menos que algo o envolva diretamente - apenas fique fora disso;

20. Tire os óculos escuros se estiver conversando com alguém na rua. É um sinal de respeito. Além disso, o contato visual é tão importante quanto a sua fala; e

21. Nunca fale sobre suas riquezas no meio dos pobres. Da mesma forma, não fale sobre seus filhos no meio da estéril.


APRECIAÇÃO continua sendo a maneira mais fácil de conseguir o que você não tem.